Análise sobre Jogos Vorazes: A Esperança - O final


Heeey Tributos (Fahunger ou Tribute Hunger)!!! Eu cheguei de viagem de São Paulo com muitas novidades sobre Prêmio Jovem Brasileiro (em breve irei publicar o post sobre da premiação!), não tive tempo para descansar e, em seguida, chamei meu amigo para assistir ao filme na sexta-feira (20/11) em Ribeirão Preto (SP). Venha à minha análise?

A história retoma no exato momento que a ‘Parte 1’ terminou...


O filme pode ter mostrado tudo (quase) fielmente aos livros, mas perdeu o espírito. Os cartazes vendiam uma figura destemida (a chamada dizia: conclusão épica?!), mas os filmes estabeleceram uma protagonista contraditória. Livro é livro e filmes são filmes, simples assim.

Uma obra inspirada não precisa seguir a risca todos os detalhes do livro e pode ser criativa a ponto de retratar no cinema algo realmente épico e impactante. Esse terceiro filme não precisava ser dividido em duas partes e nem seguir uma temática estilo Crepúsculo, a parte final carece de grandiosidade, a rebelião em si não é abordada de forma satisfatória e o desfecho final é de dar sono aos mais esperançosos. Essas divisões transformam arte cinematográfica em negócio apenas... Capitalismo!

Não deram espaço pro sofrimento da personagem, e essa é a marca da história: Katniss perde aquilo que mais amava, aquela que a fez lutar e começar essa saga. E tem que reaprender a viver, agora por ela mesma. O ritmo do filme peca muito, pra um final medíocre de casal de comercial (que nem deveria existir nos livros também). Imperdoável.


É impressionante como a história traça uma crítica política moderna e atual: tópicos como desigualdade social, manipulação da mídia, autoritarismo e revoluções.

O epílogo foi muito fiel... até a última frase dela foi a mesma que está no livro “Mas há jogos muito piores do que esses. ”

Por tudo o que apresentou nos episódios anteriores e pelo que prometia nesta conclusão, Jogos Vorazes: A Esperança – O Final deixa uma sensação de decepção.


ESCRITO POR:
Elissandro Persil  é fundador do About Jovem, acredita que viver é bom, viver conectado é melhor ainda. Aos 21 anos, o pernambucano que atualmente reside no interior de São Paulo, trabalha em uma multimarca, é estudante de Publicidade e Propaganda, divide seu tempo com colaborações em outros sites e blogs. É entusiasta do compartilhamento de conhecimento e da interação com seus leitores.
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