A evolução da beleza: 1970



Sétima parte da série "A evolução da beleza" começa no ano de 1970: Na esteria do movimento libertário dos anos 60, o Black Power vira moda. O permanente evolui, xampus coloridos são vendidos aos montes e uma dupla inseparável se instala disposta a dar volume aos fios: o secador e a escova. Farah Fawcett, musa da série de TV "As Panteras", é a mulher que melhor representa o padrão de beleza da época. No Brasil, uma morena ganha fama: Lucia Tavares Petterle fatura o Miss Mundo. É a década do colágeno e do silicone, que disfarçam imperfeições e driblam os efeitos da idade. O movimento punk conquista os jovens subversivos.Olhos pretos carregados e cabelos cenoura de Nina Hagen são imitados em todo o mundo. Na outra ponta, a onda Disco colore rostos e corpos com sombras translúcidas, calças azuis e meias de lurex. O Brasil também entra na moda, especialmente por conta do sucesso de Dancing Days, novela da Rede Globo, que emplaca o cabelo de Sônia Braga entre os mais pedidos.

Farah Fawcett é ícone dos anos 1970

O visual agressivo de Nina Hagen

A atriz Pam Grier na onda do Black Power

Donyale Luna: a primeira modelo negra a estampar a capa de uma Vogue

Jane Fonda, a sacerdotisa da aeróbica

As pistas de dança fervem

Os olhos ganham camadas grossas de glitter

Confira a publicação anterior da série "A evolução da beleza: 1960"

Todo sábado, uma nova publicação!
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