Confira o que rolou no segundo dia do Rock in Rio 2013



Levantar a bandeira do Brasil e entoar músicas com jeitos de hino foram estratégias comuns das principais atrações deste sábado (14) no Rock in Rio. O dia do "indie de arena" foi fechado pelo Muse, com destaque para a performance do vocalista e guitarrista Matt Bellamy. O figura da noite foi Jared Leto, líder do 30 Seconds to Mars. O vocalista, que também é ator, fez de tudo para conquistar a plateia, até cantou.
 A noite também teve Florence and Machine. A vocalista Florence Welch ganhou no grito o posto de hit do dia, com "Dog days are over". De quebra, teve também o melhor figurino deste sábado. Na abertura do Palco Mundo, o Capital Inicial apostou em homenagem para Chorão e Champignon, além de protesto contra deputado.

Apresentação do Muse no segundo dia do Rock in Rio - Rodrigo Antonio

Como se não bastasse a técnica musical, Matt Bellamy, do Muse, tirou de letra o contato com o público. Durante "Starlight", ele desceu ao corredor para chegar perto dos fãs e fez uma pequena festa. Sacou da mão de um fã uma bandeira do Brasil, colocou na cabeça, brincou com a câmera, apertou a mão dos presentes e puxou palmas. Tudo isso enquanto ainda cantava a música.

Apresentação do 30 Seconds to Mars no Rock in Rio 2013 - Eduardo Biermann

O que salvou o 30 Seconds to Mars foi o fato do cantor Jared Leto fazer de tudo para cativar seus fãs. O show teve salto da tirolesa, saudação em português, camisa em homenagem ao Rio, bandeira do Brasil e fãs no palco. A banda também vestiu uniformes da seleção brasileira no final.


Em nenhum outro caso, um hit fez tão bem a um show como "Dog days are over". A música mais conhecida do Florence and the Machine fechou o show da banda, o penúltimo do Palco Mundo. A fórmula de inícios calmos e climáticos, que crescem com percussão forte e arroubos vocais, funcionou ao vivo.

Apresentação do Capital Inicial, no segundo dia do Rock in Rio 2013 - Ivan Pacheco

Dinho Ouro Preto dedicou "Saquear Brasília" ao deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), que está preso há quase três meses mas teve o mandato salvo pelo Congresso Nacional em votação secreta. Dinho usou um nariz de palhaço para cantar a música e falou no “primeiro presidiário congressista” do país.







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